Verbena segurava a mão de Andivari enquanto que Vladislav afiava sua espada. Ambos estavam ao Lado de Andivari dentro da carruagem. Junto com eles mais dois soldados ajudavam a segurar o corpo de Andivari imobilizado enquanto a carruagem cruzava o acampamento rumo ao caminho da floresta densa até Markden. Não era o caminho mais seguro, mas com certeza era o mais rápido.
A frente da carruagem quatro cavaleiros zarparam em alta velocidade como batedores para averiguarem a passagem segura da carruagem. Logo atrás vinham mais quatro cavaleiros protegendo a retaguarda. Obadian Teron permanecia ao fundo da carruagem apoiando o queixo sobre as mãos encima do cabo da espada. Seu olhar era de preocupação.
“_Ele não pode morrer. Tenho que entregá-lo com vida.” -pensava Obadian.
Verbena molhava um tecido úmido em água fresca e passava na testa de Andivari. Vladislav amolava sua espada. Seu olhar era de culpa. Em sua mente ele relembrava do dia da luta em que Andivari fora ferido. Uma criatura jamais vista. A ferida não parecia ter sido grave naquele dia. O máximo que ficaria seria uma cicatriz. Foi o que todos pensaram.
“_ O maior impacto do golpe foi defendido por Andivari...” -se questionava mentalmente Vladislav. “_a não ser que ...”
De repente a carruagem para bruscamente... um dos cavaleiros da retaguarda avança a galope. Andivari e Obadian Teron colocam a cabeça para fora da carruagem para ver o que estava acontecendo.
A noite estava clara, mas o caminho da floresta já era escuro por natureza. As tochas acimada carruagem iluminavam apenas alguns metros adiante. Mas ao olharem adiante viram que o cavaleiro que saiu a galope foi averiguar uma tocha que estava caída ao chão logo adiante. Em pouco tempo ele voltou a galope e parou ao lado da janela em que estava Obadian.
_Senhor, é um dos nossos batedores. _ Ele está morto.
_Como assim? E os outros?
_Nem sinal deles, senhor.
_Isso não é possível.
_Eles devem ter sido atacados senhor, e o corpo adiante deve ser do soldado que tentou nos avisar do perigo adiante. Estamos com poucos homens senhor... Devemos retornar?
_Era um risco sermos atacados, mas estamos com as cores de Markden e essa região está sob nosso domínio... quem ousaria nos atacar? -Questionou um outro oficial aproximando da conversa.
_ E senhor... continuou o relato o soldado que havia avançado adiante e retornado. _ O corpo senhor...a armadura está perfurada e o coração foi arrancado.... seja lá o que atacou o homem, levou seu coração.
Ao ouvir o relato Obadian Teron tremeu e seus olhos se arregalaram de pânico. Vladislav observou inquieto o velho soldado se tremer de medo e gaguejar...
_De..dede..deem meia volta..te..tetemos que retornar...
_Senhor??
O medo de Obadian teron preocupou a todos... Obadian agora olhava aflito para a floresta.
_Olhos brilhantes...na floresta...nos espreitando... -balbuciava Obadian Teron.
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quarta-feira, 22 de agosto de 2018
terça-feira, 10 de abril de 2012
A Estrutura de Eralfa
Eralfa é um planeta repleto de vida. Iluminado
pela estrela Àlax, possui dois satélites naturais; Erius e Fabus, que giram em
órbitas contrárias um ao outro.
Eralfa é
o quarto planeta em ordem de afastamento de Álax. Está a aproximadamente 173
milhões de quilômetros de Álax.
Álax é uma estrela que possui treze planetas
girando em torno de si. Um dia em Eralfa possui vinte e sete horas. O dia se
inicia com o por de Álax e só termina no próximo por de Álax. O dia é dividido
em três períodos de nove horas cada.
Um ano em Eralfa possui treze meses. Sendo que dez meses possui
cinqüenta e um dias e três meses possui cinqüenta e dois dias.
As luas em Eralfa possuem três fases que duram dezoito dias cada fase. Na primeira fase, a gravidade exercida pelas luas (ERIUS e FABUS) e por Álax é extraordinariamente forte e as marés são muito altas. O mar fica extremamente inquieto e até os melhores navegadores o evitam. As luas são vistas como duas luas novas (juntas).
Na segunda fase, a certo equilíbrio. E enquanto
uma lua surge no período claro do dia e desaparece no período escuro, a outra
surge no período escuro e desaparece no período claro.
Na
terceira fase a gravidade exercida pelas luas é oposta a gravidade exercida por
Álaxs, e, por isso, as marés são mais calmas. Novamente as luas são vistas
juntas nos céus como se fossem duas luas cheias.
Em Eralfa existem nove continentes. Cinco
continentes maiores, três menores e ainda um menor, desconhecido pelas
populações comuns do mundo conhecido.
Esses continentes são habitados por várias
raças. Grandes e pequenos. Bons e maus. Todas as espécies de criaturas nascidas
do cântico divinal dos três deuses.
Há belos
elfos nas florestas. E nos desertos, os Rocnares viajam entre mundos
dimensionais. Os anões forjam o aço nas montanhas esculpem belas estátuas.
Silberianos moldam a madeira fortificando suas cidades e fazem suas próprias
leis. Os místicos Bruxos de Bël, e os temíveis kandors disputam poder e amedrontam os
humanos com suas magias estranhas.E os Ágtis, senhores da ciência,são perseguidos e condenados como bruxos pelos descrentes.
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